Menopausa e Perimenopausa: Entenda as transformações e como viver bem essa fase

Você tem sentido ondas de calor repentinas, alterações no sono ou mudanças inexplicáveis no humor? Esses são sinais de que seu corpo está entrando em uma nova fase. Embora cercada de tabus, a transição para a menopausa pode ser vivida com leveza e qualidade de vida quando temos a informação correta.

O que é a Perimenopausa?

A perimenopausa é o período de transição que antecede a menopausa. Ela pode começar anos antes da última menstruação, geralmente após os 40 anos. Nesse estágio, os níveis de hormônios como estrogênio e progesterona começam a oscilar de forma irregular.

Com isso, diversos sintomas ou alterações podem surgir neste período:

• Fogachos: Ondas de calor que podem incomodar muito a qualidade de vida.

• Insônia e cansaço excessivo: costumam afetar cerca de metade das mulheres na menopausa.

• Oscilações de humor e uma sensação de “névoa mental” (dificuldade de concentração e memória).

• Alterações em pele, unhas e cabelos: Pele mais fina e ressecada, queda de cabelo e unhas quebradiças.

• Desconforto Físico: Dores articulares e musculares que podem ser confundidas com outras doenças.

• Ressecamento vaginal, dor na relação sexual, incontinência urinária.

• Diminuição da libido.

• Mudanças Metabólicas: Maior facilidade para ganhar peso e perda de massa óssea (risco de osteoporose).

Todas as mulheres apresentam esses sintomas durante a menopausa? 

A vivência da menopausa é um processo único: cada pessoa irá experienciar essa fase com sintomas, experiências, significados e impactos no cotidiano de maneira muito particular. Ter paciência consigo mesma durante essas oscilações é essencial, compreendendo que não há uma forma “certa” ou “única” de passar por essa transição. O apoio profissional e emocional serve justamente para oferecer ferramentas que ajudem a atravessar essa fase com mais conforto e leveza.

Olhar para este novo ciclo exige a coragem de dar novos significados ao envelhecimento, entendendo-o como uma etapa normal e transformadora da vida. Mais do que o fim de um período reprodutivo, a menopausa pode ser o início de um capítulo focado na autodescoberta. É o momento de redescobrir prazeres, ajustar rotinas e abraçar a maturidade com o respeito e o cuidado que a sua trajetória merece.

Quando ocorre, de fato, a Menopausa?

Diferente do que muitos pensam, a menopausa é um evento pontual: é a data da sua última menstruação. Clinicamente, confirmamos a menopausa quando a mulher passa 12 meses consecutivos sem menstruar. No Brasil, a idade média para esse evento é por volta dos 48 a 51 anos. 

Ou seja, o diagnóstico é clínico e baseado neste tempo desde a última menstruação. A não ser que por uso de algum anticoncepcional não se esteja sangrando, e aí podemos fazer o diagnóstico com exames de sangue. 

Mas, o período de sintomas dessa fase pode persistir mais de sete anos em algumas mulheres.

Tratamentos e Cuidados: Existe solução?

A boa notícia é que não é necessário sofrer com os sintomas. O tratamento é individualizado e pode incluir:

• Terapia Hormonal (TH): Quando bem indicada, é o “padrão ouro” para melhorar a qualidade de vida, com melhora dos fogachos, alterações de humor, insônia entre outros benefícios, como reduzir o risco de fraturas por osteoporose. Especialmente em casos de menopausa precoce ele deve ser considerado.

• Terapias Não-Hormonais: Antidepressivos específicos podem ser utilizados tanto em quem tem contraindicação ao uso de hormônios ou quem não deseje utilizar hormônios.

• Estilo de Vida: A prática de exercícios aeróbicos e de força contribui para manter a massa óssea e muscular, que tendem a reduzir nessa fase. O recomendado são pelo menos 150 minutos por semana.

• Dieta: Dietas ricas em fibras, vegetais e proteínas magras estão associadas à redução de sintomas climatéricos e ao controle do peso. Dietas com comprovação científica que melhoram parcialmente sintomas da menopausa: mediterrânea, vegetariana, vegana, redução de alimentos processados e ricos em gordura.

• Intervenções psicológicas, técnicas de mindfulness, relaxamento e manejo do stress podem melhorar ansiedade, irritabilidade e insônia. 

• Redução de uso de substâncias: uso de álcool, cigarro e outras drogas podem piorar sintomas e reduzir a qualidade de vida. 

• Relacionamentos saudáveis: boas relações com amigos, família, comunidade são um pilar para longevidade saudável que influenciam positivamente nos sintomas, qualidade de vida e adaptação às mudanças. Falar sobre a menopausa com parcerias pode fortalecer vínculos.

Não é exagero dizer que o estilo de vida é parte do tratamento médico na menopausa. A atividade física, especialmente os exercícios de força (musculação), atua diretamente nas mudanças causadas pela falta de estrogênio:

• Proteção Óssea: O exercício de impacto e resistência ajuda a prevenir a osteoporose.

• Controle Metabólico: Ajuda a combater o ganho de gordura abdominal, comum nesta fase, e melhora a resistência à insulina.

• Saúde Cardiovascular: Reduz o risco de infarto e AVC, que aumenta após a menopausa.

• Bem-estar: A atividade física libera endorfinas que ajudam no humor e melhoram a qualidade do sono.

• Alimentação: Uma dieta rica em cálcio, fibras e proteínas é essencial para manter a massa magra e a saúde intestinal.

Terapia Hormonal: O medo do câncer e o que a ciência diz hoje

Muitas mulheres ainda têm receio da reposição hormonal devido a notícias antigas. É fundamental esclarecer o que mudou na medicina:

O Estudo WHI e o grande medo 

Em 2002, um grande estudo americano chamado Women’s Health Initiative (WHI) foi interrompido precocemente, associando a TH a um aumento no risco de câncer de mama e doenças cardiovasculares.  A média de idade das mulheres no estudo era de 63 anos, muitas já eram fumantes, hipertensas ou obesas, e utilizavam hormônios sintéticos que hoje quase não prescrevemos mais. As doses das medicações eram fixas e por via oral, diferente do que temos hoje em dia.

  • Falhas: Seleção inadequada da população, formulações desatualizadas, falta de estratificação por idade e sintomas, comunicação inadequada dos riscos, levando a interpretações equivocadas e medo generalizado. 
  • A visão atual: Reanálises desses dados mostraram que para mulheres saudáveis, que iniciam o tratamento no momento certo, os benefícios superam  os riscos.

A Janela de Oportunidade

Hoje, trabalhamos com o conceito de Janela de Oportunidade. O momento ideal para iniciar a TH é logo no início dos sintomas ou nos primeiros 10 anos após a menopausa (geralmente antes dos 60 anos). Iniciar o tratamento nesse período reduz risco cardiovascular, reduz risco de osteoporose e fraturas ósseas, com um risco baixo.

Quais são os riscos reais?

O risco de câncer de mama associado à TH é pode ser visto na figura abaixo. 

 Portanto, a obesidade aumenta muito mais o risco de câncer de mama do que a terapia hormonal utilizada atualmente.


Como é feita a Terapia Hormonal na prática?

A decisão será sempre compartilhada e individualizada, avaliando a janela de oportunidade, história de saúde pessoal e familiar, análise de exames laboratoriais e de imagem, avaliação de fatores de risco. 

Com isso, é realizada a terapia hormonal com estrogênio (para melhorar os sintomas da menopausa) e a progesterona em quem tem útero, para proteger contra o câncer de endométrio. 

Pode ser realizado na forma de adesivos transdérmicos, gel, spray, comprimidos via oral e individualizado para cada paciente. As dosagens podem ser ajustadas em um acompanhamento longitudinal ao longo do tempo. Podem ser utilizados também cremes ou comprimidos via vaginal para tratar localmente o ressecamento vaginal. 

Por que a medicina baseada em evidências contra indica “chips” e fórmulas manipuladas?

É comum ver promessas de “equilíbrio hormonal”, “modulação hormonal” através de implantes não absorvíveis (os famosos “chips” ou “chips da beleza”). No entanto, as principais sociedades de endocrinologia, ginecologia e diversas outras alertam contra essas práticas por motivos graves:

• Não há evidências científicas científicas sólidas que comprovem a segurança e os benefícios dos implantes manipulados. 

• A ANVISA proíbe, desde 2024, a manipulação, comercialização e o uso de implantes hormonais. 

• Como não há uma padronização, são utilizadas doses diversas e relatos de muitos efeitos colaterais, como acne, hipertensão, AVC, aumento de pelos, queda de cabelo, alteração na voz, aumento de clitóris, aumento de risco de câncer de mama ou endométrio.

• Dificuldade de Suspensão: Se você tiver um efeito colateral com um gel ou comprimido, basta parar o uso. Com um implante, o hormônio continuará no seu corpo até ser totalmente absorvido ou retirado cirurgicamente.

Quando procurar um Ginecologista?

Se os sintomas estão afetando seu trabalho, seus relacionamentos ou seu bem-estar geral, é hora de agendar uma consulta. O foco hoje não deve ser apenas “esperar passar”, mas sim garantir um envelhecimento saudável e ativo.

Vale lembrar que este momento não diz respeito apenas aos sintomas físicos, mas a como cada pessoa vivencia essa transição de maneira única. Isso envolve suas crenças, rotinas e as dinâmicas familiar e de trabalho. Olhar para todas essas nuances é o que nos permite encontrar o melhor caminho para a sua saúde.

Referências

  1. Following publication of the updated NICE guideline (NG23) Menopause: identification and management in November 2024, the information in this infographic is under statistical review.

Dr. Marcus Zilli

Ginecologia | Uroginecologia | Sexologia | Cirurgia de afirmação de gênero 

CRM SP 183675 | RQE 104033

Você tem sentido ondas de calor repentinas, alterações no sono ou mudanças inexplicáveis no humor? Esses são sinais de que seu corpo está entrando em uma nova fase. Embora cercada de tabus, a transição para a menopausa pode ser vivida com leveza e qualidade de vida quando temos a informação correta.

O que é a Perimenopausa?

A perimenopausa é o período de transição que antecede a menopausa. Ela pode começar anos antes da última menstruação, geralmente após os 40 anos. Nesse estágio, os níveis de hormônios como estrogênio e progesterona começam a oscilar de forma irregular.

Com isso, diversos sintomas ou alterações podem surgir neste período:

• Fogachos: Ondas de calor que podem incomodar muito a qualidade de vida.

• Insônia e cansaço excessivo: costumam afetar cerca de metade das mulheres na menopausa.

• Oscilações de humor e uma sensação de “névoa mental” (dificuldade de concentração e memória).

• Alterações em pele, unhas e cabelos: Pele mais fina e ressecada, queda de cabelo e unhas quebradiças.

• Desconforto Físico: Dores articulares e musculares que podem ser confundidas com outras doenças.

• Ressecamento vaginal, dor na relação sexual, incontinência urinária.

• Diminuição da libido.

• Mudanças Metabólicas: Maior facilidade para ganhar peso e perda de massa óssea (risco de osteoporose).

Todas as mulheres apresentam esses sintomas durante a menopausa? 

A vivência da menopausa é um processo único: cada pessoa irá experienciar essa fase com sintomas, experiências, significados e impactos no cotidiano de maneira muito particular. Ter paciência consigo mesma durante essas oscilações é essencial, compreendendo que não há uma forma “certa” ou “única” de passar por essa transição. O apoio profissional e emocional serve justamente para oferecer ferramentas que ajudem a atravessar essa fase com mais conforto e leveza.

Olhar para este novo ciclo exige a coragem de dar novos significados ao envelhecimento, entendendo-o como uma etapa normal e transformadora da vida. Mais do que o fim de um período reprodutivo, a menopausa pode ser o início de um capítulo focado na autodescoberta. É o momento de redescobrir prazeres, ajustar rotinas e abraçar a maturidade com o respeito e o cuidado que a sua trajetória merece.

Quando ocorre, de fato, a Menopausa?

Diferente do que muitos pensam, a menopausa é um evento pontual: é a data da sua última menstruação. Clinicamente, confirmamos a menopausa quando a mulher passa 12 meses consecutivos sem menstruar. No Brasil, a idade média para esse evento é por volta dos 48 a 51 anos. 

Ou seja, o diagnóstico é clínico e baseado neste tempo desde a última menstruação. A não ser que por uso de algum anticoncepcional não se esteja sangrando, e aí podemos fazer o diagnóstico com exames de sangue. 

Mas, o período de sintomas dessa fase pode persistir mais de sete anos em algumas mulheres.

Tratamentos e Cuidados: Existe solução?

A boa notícia é que não é necessário sofrer com os sintomas. O tratamento é individualizado e pode incluir:

• Terapia Hormonal (TH): Quando bem indicada, é o “padrão ouro” para melhorar a qualidade de vida, com melhora dos fogachos, alterações de humor, insônia entre outros benefícios, como reduzir o risco de fraturas por osteoporose. Especialmente em casos de menopausa precoce ele deve ser considerado.

• Terapias Não-Hormonais: Antidepressivos específicos podem ser utilizados tanto em quem tem contraindicação ao uso de hormônios ou quem não deseje utilizar hormônios.

• Estilo de Vida: A prática de exercícios aeróbicos e de força contribui para manter a massa óssea e muscular, que tendem a reduzir nessa fase. O recomendado são pelo menos 150 minutos por semana.

• Dieta: Dietas ricas em fibras, vegetais e proteínas magras estão associadas à redução de sintomas climatéricos e ao controle do peso. Dietas com comprovação científica que melhoram parcialmente sintomas da menopausa: mediterrânea, vegetariana, vegana, redução de alimentos processados e ricos em gordura.

• Intervenções psicológicas, técnicas de mindfulness, relaxamento e manejo do stress podem melhorar ansiedade, irritabilidade e insônia. 

• Redução de uso de substâncias: uso de álcool, cigarro e outras drogas podem piorar sintomas e reduzir a qualidade de vida. 

• Relacionamentos saudáveis: boas relações com amigos, família, comunidade são um pilar para longevidade saudável que influenciam positivamente nos sintomas, qualidade de vida e adaptação às mudanças. Falar sobre a menopausa com parcerias pode fortalecer vínculos.

Não é exagero dizer que o estilo de vida é parte do tratamento médico na menopausa. A atividade física, especialmente os exercícios de força (musculação), atua diretamente nas mudanças causadas pela falta de estrogênio:

• Proteção Óssea: O exercício de impacto e resistência ajuda a prevenir a osteoporose.

• Controle Metabólico: Ajuda a combater o ganho de gordura abdominal, comum nesta fase, e melhora a resistência à insulina.

• Saúde Cardiovascular: Reduz o risco de infarto e AVC, que aumenta após a menopausa.

• Bem-estar: A atividade física libera endorfinas que ajudam no humor e melhoram a qualidade do sono.

• Alimentação: Uma dieta rica em cálcio, fibras e proteínas é essencial para manter a massa magra e a saúde intestinal.

Terapia Hormonal: O medo do câncer e o que a ciência diz hoje

Muitas mulheres ainda têm receio da reposição hormonal devido a notícias antigas. É fundamental esclarecer o que mudou na medicina:

O Estudo WHI e o grande medo 

Em 2002, um grande estudo americano chamado Women’s Health Initiative (WHI) foi interrompido precocemente, associando a TH a um aumento no risco de câncer de mama e doenças cardiovasculares.  A média de idade das mulheres no estudo era de 63 anos, muitas já eram fumantes, hipertensas ou obesas, e utilizavam hormônios sintéticos que hoje quase não prescrevemos mais. As doses das medicações eram fixas e por via oral, diferente do que temos hoje em dia.

  • Falhas: Seleção inadequada da população, formulações desatualizadas, falta de estratificação por idade e sintomas, comunicação inadequada dos riscos, levando a interpretações equivocadas e medo generalizado. 
  • A visão atual: Reanálises desses dados mostraram que para mulheres saudáveis, que iniciam o tratamento no momento certo, os benefícios superam  os riscos.

A Janela de Oportunidade

Hoje, trabalhamos com o conceito de Janela de Oportunidade. O momento ideal para iniciar a TH é logo no início dos sintomas ou nos primeiros 10 anos após a menopausa (geralmente antes dos 60 anos). Iniciar o tratamento nesse período reduz risco cardiovascular, reduz risco de osteoporose e fraturas ósseas, com um risco baixo.

Quais são os riscos reais?

O risco de câncer de mama associado à TH é pode ser visto na figura abaixo. 

 Portanto, a obesidade aumenta muito mais o risco de câncer de mama do que a terapia hormonal utilizada atualmente.


Como é feita a Terapia Hormonal na prática?

A decisão será sempre compartilhada e individualizada, avaliando a janela de oportunidade, história de saúde pessoal e familiar, análise de exames laboratoriais e de imagem, avaliação de fatores de risco. 

Com isso, é realizada a terapia hormonal com estrogênio (para melhorar os sintomas da menopausa) e a progesterona em quem tem útero, para proteger contra o câncer de endométrio. 

Pode ser realizado na forma de adesivos transdérmicos, gel, spray, comprimidos via oral e individualizado para cada paciente. As dosagens podem ser ajustadas em um acompanhamento longitudinal ao longo do tempo. Podem ser utilizados também cremes ou comprimidos via vaginal para tratar localmente o ressecamento vaginal. 

Por que a medicina baseada em evidências contra indica “chips” e fórmulas manipuladas?

É comum ver promessas de “equilíbrio hormonal”, “modulação hormonal” através de implantes não absorvíveis (os famosos “chips” ou “chips da beleza”). No entanto, as principais sociedades de endocrinologia, ginecologia e diversas outras alertam contra essas práticas por motivos graves:

• Não há evidências científicas científicas sólidas que comprovem a segurança e os benefícios dos implantes manipulados. 

• A ANVISA proíbe, desde 2024, a manipulação, comercialização e o uso de implantes hormonais. 

• Como não há uma padronização, são utilizadas doses diversas e relatos de muitos efeitos colaterais, como acne, hipertensão, AVC, aumento de pelos, queda de cabelo, alteração na voz, aumento de clitóris, aumento de risco de câncer de mama ou endométrio.

• Dificuldade de Suspensão: Se você tiver um efeito colateral com um gel ou comprimido, basta parar o uso. Com um implante, o hormônio continuará no seu corpo até ser totalmente absorvido ou retirado cirurgicamente.

Quando procurar um Ginecologista?

Se os sintomas estão afetando seu trabalho, seus relacionamentos ou seu bem-estar geral, é hora de agendar uma consulta. O foco hoje não deve ser apenas “esperar passar”, mas sim garantir um envelhecimento saudável e ativo.

Vale lembrar que este momento não diz respeito apenas aos sintomas físicos, mas a como cada pessoa vivencia essa transição de maneira única. Isso envolve suas crenças, rotinas e as dinâmicas familiar e de trabalho. Olhar para todas essas nuances é o que nos permite encontrar o melhor caminho para a sua saúde.

Referências

  1. Following publication of the updated NICE guideline (NG23) Menopause: identification and management in November 2024, the information in this infographic is under statistical review.

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